ESCOLHA O CIRURGIÃO ADEQUADO

O nível de conforto pessoal apresentado deverá ser o fator mais importante para decidir continuar o tratamento com algum cirurgião em particular.

Como escolho um cirurgião?

Antes de programar uma cirurgia ou tratamento com algum médico, pergunte-se: Como o cirurgião faz você se sentir? Ouve suas perguntas? Tenta respondê-las de uma forma que seja fácil de entender? Sempre confie no seu instinto, e peça mais opiniões. Falar com outros pacientes ou médicos pode ajudar a avaliar se um cirurgião em particular, é ideal ou não para você.

Estas são algumas das perguntas que irão ajudar a coletar informações com mais pacientes:

  • O médico teve tempo suficiente para tentar explicar a sua condição a você e a sua família?
  • Você se sente seguro com o nível de experiência do médico?
  • Voltaria a se tratar com o mesmo médico no futuro?
  • É fácil entrar em contato com o médico, inclusive depois da cirurgia?
  • O pessoal do consultório do médico foi cordial e cooperativo? (Isto é importante, já que você estará tratando principalmente com o pessoal do consultório e não diretamente com o médico).

Estas perguntas estão incluídas em nosso Guia de Consulta Médica, o qual disponibilizamos para você.

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Como falar com outros médicos poderá me ajudar no meu processo?

Pode ser difícil que outro médico dê uma opinião diversa daquela de seus colegas. É possível que eles possam ser processados por difamação, caso falem de forma negativa sobre outro médico. Contudo, é bem comum que os médicos estejam bem-dispostos a dar uma boa opinião sobre os médicos nos quais confiam, mas tendem a ser vagos nas opiniões sobre aqueles em que não confiam.

Outra forma útil para avaliar o desempenho de um médico é saber quantos procedimentos médicos ele realiza por ano. Contudo, é preciso considerar que os números podem ser enganosos. Certifique-se de saber o número de cada procedimento em particular, porque estes podem variar.

Como falar com outros pacientes pode ajudar no meu processo?
Os outros pacientes podem dar a você uma noção geral sobre um cirurgião. Geralmente, estas opiniões são baseadas nos níveis de conforto que os pacientes têm com o cirurgião, assim como em seus resultados médicos. Se procurar um paciente que lhe recomendou o médico que o está avaliando, tente falar com mais pessoas, inclusive aquelas pessoas que não são atendidas por ele. Ao falar com mais pacientes, você poderá formar uma opinião mais imparcial sobre o médico. Em qualquer caso, certifique-se de não basear a sua avaliação completamente somente na opinião de um paciente.
O que podem indicar os estudos acadêmicos do meu médico?

Você pode (e deve) perguntar sobre o nível acadêmico do cirurgião que o atende. O nível máximo acadêmico é conhecido como "fellowship" (ou subespecialização). Isto geralmente significa que o médico dedicou, no mínimo, um ano trabalhando em um centro especializado de doenças da coluna, atendendo pacientes com síndromes complexas e consultando diversos especialistas na matéria. Estes programas geralmente se relacionam com os cirurgiões ortopédicos, e não com os neurocirurgiões. Para os neurocirurgiões, este programa poderia dividir o ano de especialidade entre práticas operatórias na coluna e no cérebro.

A diferença entre os cirurgiões ortopédicos e os neurocirurgiões é que os cirurgiões ortopédicos geralmente se concentram nos ossos, e os neurocirurgiões nos nervos. Como sabemos, a coluna vertebral compreende estes dois elementos.

Muitos dos centros especializados na coluna vertebral incluem estudos de subespecialidade, o qual é um foco multidisciplinar para a cirurgia espinhal e reabilitação que, no geral, é benéfico.

Devo obter uma segunda opinião?

Quando for tomar alguma decisão relativa à cirurgia, quanto mais informação puder obter previamente, mais confortável será para você e sua família. A maioria dos médicos não se ofenderá se você decidir procurar outro médico para uma segunda opinião. Se tiver alguma pergunta, não hesite em procurar uma segunda opinião. A maioria dos médicos estará disposta a encaminhá-lo a outro médico para que possa obter uma segunda opinião. Você não precisa trocar de médico. Em todo caso, uma segunda opinião pode ajudá-lo a ficar mais tranquilo.

Recomenda-se não compartilhar seu diagnóstico e as recomendações do primeiro médico com o segundo, objetivando não comprometer a integridade da segunda opinião. No geral, os médicos vão se sentir atraídos a concordar com a opinião do primeiro médico.

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